Pau-brasil
Paubrasilia echinata6,9
Tente Cattleya, Bornéu, cacto ou extrema.
Duas fichas
Escolha duas plantas. A tabela lê raridade, conservação, origem, habitat e cultivo no mesmo recorte.
| Campo | Pau-brasil | Jacarandá-da-bahia |
|---|---|---|
| Nome científico | Paubrasilia echinata | Dalbergia nigra |
| Família | Fabaceae | Fabaceae |
| Tipo | Árvores | Árvores |
| Continente | América do Sul | América do Sul |
| Origem | Mata atlântica de tabuleiro e encosta, do Rio Grande do Norte ao Rio de Janeiro | Mata atlântica do leste do Brasil, com centro histórico na Bahia e em Minas Gerais |
| Habitat | Floresta estacional e ombrófila de baixa altitude, em solo bem drenado, hoje reduzida a fragmentos | Floresta de encosta e tabuleiro, em solo profundo, hoje confinada a fragmentos e a algumas reservas |
| Porte | Árvore de 8 a 15 m, tronco de até 50 cm em indivíduos velhos de fragmento | Árvore de 15 a 25 m em fragmento bom |
| Floração | Cachos amarelos no calor, vistosos à distância. Frutificação em vagens que se abrem e lançam sementes. | Cachos no calor, perfume discreto. Frutos achatados que amadurecem meses depois. |
| Cultivo | Sol pleno a meia-sombra de borda, solo drenado, irrigação na implantação. Uso em restauração e em arborização com mudas de origem conhecida. Proibida a extração de indivíduos silvestres. | Muda de semente, sol de borda, solo profundo. Crescimento inicial moderado. Qualquer corte de indivíduo silvestre é ilícito. Instrumentos atuais devem usar madeira de origem documentada ou substitutos. |
| Conservação | Em perigo (EN) | Vulnerável (VU) |
| Índice de raridade | 6,9 | 6,9 |
| Nível | Alta | Alta |
| Restrição geográfica | 7/10 | 7/10 |
| População | 7/10 | 7/10 |
| Dificuldade de cultivo | 4/10 | 5/10 |
| Forma incomum | 5/10 | 5/10 |
| Proteção | 9/10 | 10/10 |