Extrema
8,5–10,0 · 17 fichas
População residual, um só sítio ou cultivo praticamente inexistente.
Ver rankingsTente Cattleya, Bornéu, cacto ou extrema.
Método do acervo
Um número de 1 a 10, a mesma conta em todas as fichas. Não é lista oficial de extinção: é um recorte editorial para ordenar o catálogo.
Cada espécie recebe seis notas internas. Elas entram numa média ponderada. O resultado aparece na ficha, no card e em todos os rankings que ordenam por raridade. Mudou um fator no cadastro — mudou a posição nas listas.
O status de conservação usa as categorias habituais (EX, EW, CR, EN, VU, NT, LC, DD, NE) só como peso. A ficha completa da Lista Vermelha, quando existe, continua sendo a referência de risco.
Quanto menor o mapa real da espécie — um vale, uma ilha, um afloramento — maior a nota.
Um só indivíduo, dezenas de adultos ou populações ainda contínuas. Números de campo, não de viveiro.
Peso da categoria (CR, EN, VU e vizinhas). Não substitui a Lista Vermelha: só a traduz em número comparável.
CITES, extração histórica, coleta ilegal e existência de áreas protegidas que de fato cobrem a espécie.
Se o jardim não reproduz o ciclo, a sobrevivência depende só do sítio silvestre.
Holoparasita, fósseis vivos, flor subterrânea, semente gigante, mimetismo de pedra.
8,5–10,0 · 17 fichas
População residual, um só sítio ou cultivo praticamente inexistente.
Ver rankings7,0–8,4 · 30 fichas
Distribuição estreita, ameaça clara e forma ou ciclo difíceis de repetir.
Ver rankings5,5–6,9 · 14 fichas
Incomum no campo, com pressão de coleta ou de habitat, ainda com algum cultivo.
Ver rankings1,0–5,4 · 7 fichas
Rara em relação à flora comum, porém com mais registros ou cultivo documentado.
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