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Credzard

Método do acervo

Índice de raridade

Um número de 1 a 10, a mesma conta em todas as fichas. Não é lista oficial de extinção: é um recorte editorial para ordenar o catálogo.

Cada espécie recebe seis notas internas. Elas entram numa média ponderada. O resultado aparece na ficha, no card e em todos os rankings que ordenam por raridade. Mudou um fator no cadastro — mudou a posição nas listas.

O status de conservação usa as categorias habituais (EX, EW, CR, EN, VU, NT, LC, DD, NE) só como peso. A ficha completa da Lista Vermelha, quando existe, continua sendo a referência de risco.

  1. 22%

    Restrição geográfica

    Quanto menor o mapa real da espécie — um vale, uma ilha, um afloramento — maior a nota.

  2. 20%

    População conhecida

    Um só indivíduo, dezenas de adultos ou populações ainda contínuas. Números de campo, não de viveiro.

  3. 20%

    Status de conservação

    Peso da categoria (CR, EN, VU e vizinhas). Não substitui a Lista Vermelha: só a traduz em número comparável.

  4. 14%

    Proteção e pressão

    CITES, extração histórica, coleta ilegal e existência de áreas protegidas que de fato cobrem a espécie.

  5. 12%

    Dificuldade de cultivo

    Se o jardim não reproduz o ciclo, a sobrevivência depende só do sítio silvestre.

  6. 12%

    Forma incomum

    Holoparasita, fósseis vivos, flor subterrânea, semente gigante, mimetismo de pedra.

Níveis

Extrema

8,5–10,0 · 17 fichas

População residual, um só sítio ou cultivo praticamente inexistente.

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Muito alta

7,0–8,4 · 30 fichas

Distribuição estreita, ameaça clara e forma ou ciclo difíceis de repetir.

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Alta

5,5–6,9 · 14 fichas

Incomum no campo, com pressão de coleta ou de habitat, ainda com algum cultivo.

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Moderada

1,0–5,4 · 7 fichas

Rara em relação à flora comum, porém com mais registros ou cultivo documentado.

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